sábado, 7 de novembro de 2009

Há certas horas...


Há certas horas, em que não precisamos de um Amor...

Não precisamos da paixão desmedida

Não queremos beijo na boca

E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama

Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado, sem nada dizer

Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar, que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a nos fazer sorrir

Alguém que ria de nossas piadas sem graça

Que ache nossas tristezas as maiores do mundo

Que nos teça elogios sem fim

E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridadeinquestionável

Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado

Alguém que nos possa dizer: Acho que você está errado, mas estou do seu lado

Ou alguém que apenas diga: Sou seu amor! E estou Aqui!


:') Lindo, vivo relendo esse texto, acho fantástico! Simples e sensível. Shakespeare era genial mesmo.


PS: Hoje fui na Lagoa com as meninas (lê-se Naty e Jady) e com o Pedro (oi, fiz um amico) mas... a Jady ainda não me passou as fotos, então fica pro post de amanhã.


X.O.X.O

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